No silêncio dos encontros, onde a sabedoria se faz canto,
expresso gratidão aos semeadores que trazem à terra
o brilho de Krishna, a serena luz de Buda, o amor radiante de Cristo Jesus,
e tantas outras pérolas sábias
que iluminam nossos caminhos.
A cada partilha, plantamos o canto inspirador das sementes de consciência –
cultura livre que faz florescer
a eternidade da paz.
Que a magia da partilha, rara e preciosa, ciência e arte simbólica,
se revele em cada olhar, sem pressa,
como o eterno presente que pulsa em cada ser.
Que a consciência, clara como céu aberto,
nos guie para além das sombras do inconsciente,
em salto quântico de amor.
Seguindo o fluxo da essência, ofereço o pedido humilde de perdão,
se alguma palavra ou reflexão ecoou forte demais
no véu das ilusões ao tom da poesia nas canções.
Fraterno abraço,
Jane Freitas Ribeiro
